Eu cresci vendo inúmeros filmes de animação, mas nenhum deles me conquistou como Malvado Favorito. Este filme infantil lançado em 2010, dirigido por Pierre Coffin e Chris Renaud, ganhou o meu coração desde a primeira vez que assisti.

O protagonista da história é Gru, um ex-vilão que é convocado para uma missão importante: roubar a lua. Junto com seus minions (pequenas criaturas amarelas), ele planeja o maior assalto de todos os tempos. No entanto, a presença das três órfãs que adota acaba mudando sua vida.

Desde o início, Malvado Favorito me encantou com seus personagens cativantes e um humor para todos os públicos. As migalhas de pão para atrair Gru foram uma cena clássica que me fez rir até chorar. Os minions, que babavam pelo plano do vilão, eram uns dos meus personagens favoritos.

Mas foi Gru quem realmente roubou meu coração. Mesmo sendo um vilão, ele se mostra um personagem com um grande coração e que muda sua vida radicalmente ao adotar as três meninas órfãs. A relação entre eles é tão emocionante que cheguei a derramar algumas lágrimas.

Os filmes seguintes da sequência, Malvado Favorito 2 e 3, consolidaram minha paixão pelo personagem. A relação entre Gru e Lucy, uma agente da Liga Anti-Vilões, trouxe um toque romântico à animação e me fez torcer pelo casal.

Os toques de humor foram mantidos em todas as sequências, sendo difícil escolher apenas uma cena engraçada para dar destaque. Uma das minhas favoritas é a cena em que os minions se divertem com uma música enquanto Gru e Lucy estão em uma situação de perigo.

Malvado Favorito se tornou uma animação que assisto diversas vezes, sem nunca me cansar. Ainda me divirto como se fosse a primeira vez. Os personagens com suas peculiaridades e as situações mostradas me fazem lembrar a importância de se divertir e de amar aqueles que estão ao nosso lado.

Em resumo, Malvado Favorito é uma animação que conquistou não só meu coração, mas de muitas pessoas. Com um humor para todos os públicos e personagens que ficam na nossa memória, este filme infantil se tornou um clássico. O amor que sinto por ele é inexplicável, mas é um sentimento que me faz lembrar de valorizar as coisas simples da vida e de nunca deixar de lado minha criança interior.